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	<title>Fabiano Caruso &#187; marketing</title>
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	<description>Redes Colaborativas e Serviços de Informação</description>
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		<title>Pessoas, não usuários</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 10:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresa 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembro-me de uma discussão sobre o uso de terminologias como: usuários, clientes e leitores. Geralmente para pesquisas sobre demandas de informação. Nunca gostei de nenhum dos três e sempre preferí o termo: pessoas. Então que deparei-me com a mesma discussão em outro lugar: People are people; users aren’t what they used to be &#8220;Pessoas, por outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro-me de uma discussão sobre o uso de terminologias como: usuários, clientes e leitores. Geralmente para pesquisas sobre demandas de informação.</p>
<p>Nunca gostei de nenhum dos três e sempre preferí o termo: pessoas. Então que deparei-me com a mesma discussão em outro lugar: <a title="Permanent Link: People are people; users aren’t what they used to be" rel="bookmark" href="http://blog.aboutus.org/2009/01/06/people-are-people-users-arent-what-they-used-to-be/" class="broken_link">People are people; users aren’t what they used to be</a></p>
<p><em>&#8220;Pessoas, por outro lado possuem nomes. Pessoas compartilham idéias e informação. Pessoas formam comunidades. Pessoas, são a espinha dorsal da organização e suas idéias, especialmente em uma economia instável, são eles que irão construir ou quebrar a sua empresa. Pessoas, não empregados e certamente não usuários.&#8221;</em></p>
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		<title>Mais leitores de livros eletrônicos e as bibliotecas</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 12:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
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		<description><![CDATA[O título de uma matéria recente do The New York Times: Turning Page, E-Books Start to Take Hold (traduzido no Midia Global como: Mais Leitores estão optando por livros eletrônicos). Sobre o aumento da procura pelas novas tecnologias de suporte a leitura de livros (um livro é uma publicação impressa que constituí no mínimo 50 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O título de uma matéria recente do <a href="http://www.nytimes.com" target="_blank">The New York Times</a>: <a href="http://www.nytimes.com/2008/12/24/technology/24kindle.html?scp=1&amp;sq=Brad%20Stone%20books&amp;st=cse" target="_blank">Turning Page, E-Books Start to Take Hold </a>(traduzido no <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/" target="_blank">Midia Global</a> como: <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2008/12/29/ult574u9053.jhtm" target="_blank">Mais Leitores estão optando por livros eletrônicos</a>). Sobre o aumento da procura pelas novas tecnologias de suporte a leitura de livros (um livro é uma publicação impressa que constituí no mínimo 50 páginas).</p>
<p>É fato que diversos jornais impressos já estão deixando de existir lá fora, e o seu conteúdo está sendo produzido exclusivamente em formato digital.</p>
<p>Pensem nos dez anos que se passaram para a consolidação dos telefones celulares como tecnologia acessível para as diversas esferas de renda. Agora imaginem um cenário para as bibliotecas nos próximos dez anos.</p>
<p>A questão é, se uma nova tecnologia para leitura e troca de livros consilidar-se, teremos então a oportunidade para a consolidação dos investimentos em novos modelos de bibliotecas.Valendo apostar nos ambientes como prestadores de serviços para a formação de comunidades locais e redes sociais temáticas.</p>
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		<title>Da Biblioteca ao Núcleo de Inteligência Social</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 19:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Inovacao]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[O desenvolvimento de serviços de informação de serviços relacionados a aprendizagem e geração de novos conhecimentos são tradicionalmente de responsabilidade das bibliotecas em instituições de ensino e pesquisa. Mas atualmente, graças às novas tecnologias e conceitos, baseados em redes sociais, inovação aberta, colaboração, aprendizagem em rede, e o perfíl de uma nova geração de estudantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O desenvolvimento de serviços de informação de serviços relacionados a aprendizagem e geração de novos conhecimentos são tradicionalmente de responsabilidade das bibliotecas em instituições de ensino e pesquisa. Mas atualmente, graças às novas tecnologias e conceitos, baseados em redes sociais, inovação aberta, colaboração, aprendizagem em rede, e o perfíl de uma nova geração de estudantes e profissionais, foi preciso repensar o modelo tradicional das bibliotecas. A estratégia de bibliotecas como redes participativas (Biblioteca 2.0) foi uma forma de aproximar aproximar as bibliotecas consolidadas com as demandas emergentes de serviços baseados em tecnologias colaborativas.</p>
<p>Mas para instituições que não possuem bibliotecas, ou quando é inviável que a biblioteca incorpore um novo modelo estratégico, foi preciso repensar o papel das bibliotecas (unidades de informação) e o perfíl dos profissionais envolvidos. Alguns problemas também foram fundamentais para consolidação da nova estratégia:</p>
<p>Gestão Informacional: a representação orientada apenas para a relação informação/documentação x geração de novos conhecimentos.</p>
<p>Gestão de TI:  desalinhamento da da gestão com o desenvolvimento de novos serviços para bibliotecas &#8211; as bibliotecas costumam limitar seus serviços a mentalidade automação e criação de repositórios digitais.</p>
<p>Profissionais: a postura tradicional de profissionais da informação que crêem em mediação da informação, adotando um modelo de cima para baixo no desenvolvimento de serviços.</p>
<p>O planejamento estratégico do tipo de práticas adotadas por este novo modelo é o seguinte:</p>
<p><strong>O Núcleo de inteligência social</strong></p>
<p>O núcleo de inteligência social deverá se capaz de prover serviços de informação e prestar assessoria informacional com a finalidade de estimular uma cultura de aprendizagem colaborativa de inovação, para tanto:</p>
<p><strong>Serviços de Informação</strong></p>
<p>- Identificar demandas e necessidades de informação</p>
<p>- Mapear e reconhecer fluxos informais de informação</p>
<p>- Desenvolver serviços de informação</p>
<p>- Avaliar os serviços de informação através do feedback da comunidade</p>
<p><strong>Aprendizagem Colaborativa</strong></p>
<p>- Oferecer treinamentos, oficinas e cursos relativos para desenvolver habilidades informacionais</p>
<p>- Incentivar a utilização das tecnologias colaborativas para comunicação corporativa</p>
<p>- Estimular a auto-gestão e colaboração informacional</p>
<p>- Apresentar soluções para o gerenciamento de informações pessoais</p>
<p>- Orientar quanto ao uso de agregadores de conteúdo para acompanhamento de atualizações de sites através do RSS.</p>
<p><strong>Gestão de Tecnologias Colaborativas</strong></p>
<p>- prover infra-estrutura de tecnologia de informação</p>
<p>- implementar tecnologias colaborativas (blogs e wikis) como ferramentas para suporte a comunicação corporativa</p>
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		<title>Groundswell &#8211; Estratégia em Tecnologias Sociais</title>
		<link>http://fabianocaruso.com/livro-sobre-estrategia-em-tecnologias-sociais/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 13:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresa 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de comprar através da Amazon o livro: Groundswell &#8211; winning in a world transformed by social technologies, escrito por Charlene Li e Josh Bernoff. Devo recebê-lo no próximo mês. Tenho trabalhado no momento específicamente com o uso dos sistemas colaborativos e redes sociais nas organizações. Mas não cheguei a mediar o uso de tais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de comprar através da Amazon o livro: <a href="http://www.forrester.com/Groundswell" target="_blank">Groundswell &#8211; winning in a world transformed by social technologies</a>, escrito por Charlene Li e Josh Bernoff. Devo recebê-lo no próximo mês.</p>
<p>Tenho trabalhado no momento específicamente com o uso dos sistemas colaborativos e redes sociais nas organizações. Mas não cheguei a mediar o uso de tais ferramentas como estratégia de marketing com o público externo. Este livro é escrito com diversos estudos de caso que podem trazer alguns bons insights.</p>
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		<title>A Miséria do Marketing em Biblioteconomia</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Feb 2007 11:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[concursos]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas teorias defendem que existe uma relação direta entra a Ciência da Informação e a Biblioteconomia. Evidente que sim, mas depende do tipo de pesquisa praticado pela Ciência da Informação. A Biblioteconomia não pode ser definida através de um perfíl &#8211; como muitos tentam &#8211; mas através de diversos perfís de atuação e competências complementares, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas teorias defendem que existe uma relação direta entra a Ciência da Informação e a Biblioteconomia. Evidente que sim, mas depende do tipo de pesquisa praticado pela Ciência da Informação. A Biblioteconomia não pode ser definida através de um perfíl &#8211; como muitos tentam &#8211; mas através de diversos perfís de atuação e competências complementares, orientados para o desenvolvimento de Serviços de Informação.</p>
<p>No entanto a formação tradicional é baseada no conceito de profissional como Gestor de Unidades de Informação. O conceito de unidades de informação não é um conceito teórico, mas um conceito de marketing, pois é baseado na relação entre as competências dos profissionais e as necessidades dos usuários. Particularmente não gosto deste conceito pois acaba centrado em uma dinâmica vertical de prestação de serviços. Quando a mina de ouro do campo está justamente em tópicos relacionados a consultoria tanto para o desenvolvimento de serviços de informação, quanto para a competência informacional &#8211; que é o que irá perdurar para quando dentro de algumas décadas todas as bibliotecas tradicionais forem extintas.</p>
<p>Voltando um pouco ao tópico inovação, pensemos apenas um pouco no tópico estudo de usuários. Os estudos de usuários realizados muitas vezes para as bibliotecas e unidades de informação não são feitos para que se possa compreender as necessidades de tais usuários. Servindo desta forma como base para o desenvolvimento de serviços. Mas sim, em como sustentar, ou demonstrar que os serviços que a unidade tem para oferecer são relevantes. Poderiamos tentar visualizar a atitudade de um profissional da seguinte forma: toda a sua formação foi orientada sobre a importância das fábricas de fazer refresco. Então, quando finalmente começam a trabalhar em uma destas fábricas, fazem um estudo para saber qual é o sabor de refresco ou como os usuários desejam que ele seja servido &#8211; sendo que nenhum usuário está lá muito interessado em refrescos, mas eles respondem a pesquisa por educação ou com pena do pesquisador.</p>
<p>Na minha experiência profissional fui trabalhar em uma biblioteca institucional. No entando a função deste local era servir de acervo permanente para os livros menos interessantes. Porque os livros mais relevantes e que tinham mais acesso ficavam alocados nas mesas das pessoas para uso particular, ou então na biblioteca de obras selecionadas da diretoria. Um profissional clássico iria começar a se preocupar com: poxa, eu quero que a biblioteca seja visitada, preciso ser valorizado! Porque na mentalidade baseada no profissional como &#8220;gestor de unidades de informação&#8221; o que ele pensa que o qualifica não é a qualidade dos serviços que ele presta ou desenvolve, mas o poder que ele exerce sobre a biblioteca e a forma que ele tenta ao máximo criar uma dependência dos usuários em relação aos seus serviços (o maravilhoso mediador da informação). Então quando o profissional burocrata não consegue este nível de poder, ele resolve apelar a outros tipos de artifício como o de trabalhar com a normalização de trabalhos segundo as normas técnicas da abnt. Ou até, se ele tiver alguns conhecimentos básicos de webdesign, vai querer inventar uma página com uma linda listagem de bases de dados, fontes de informação selecionadas segundo os critérios mais relevantes e de confiança.</p>
<p>Mas existe uma área segura em que os profissionais não precisam se preocupar com as necessidades dos usuários. Tampouco em aprender e olhar um pouco para o universo a sua volta. Um campo de atuação em que todos os seus procedimentos técnicos defasados e a sua orientação de serviços focados para a idolatria da unidade de inforamação está seguro. É para este paraíso confortável que a maioria está querendo ir. O santo graal da biblioteconomia. Eles caem em lágrimas emocionados quando conseguem tal realização. Chama-se: passar em concurso público.</p>
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		<title>A Desconexão entre a Cultura da Biblioteca e os Valores da Nova Geração</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 13:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Disconnects Between Library Culture and Millennial Generation Values Libraries must consider changes in both policy and technology to remain relevant to the next generation of students. A privacidade e a propriedade intelectual são mais importantes do que nunca em uma era digital, sem dúvida, mas as bibliotecas protegem ambos ao ponto de eliminar muitas capacidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.educause.edu/apps/eq/eqm06/eqm0640.asp" class="broken_link">Disconnects Between Library Culture and Millennial Generation Values</a></strong><br />
<em>Libraries must consider changes in both policy and technology to remain relevant to the next generation of students</em>.</p>
<p><em>A privacidade e a propriedade intelectual são mais importantes do que nunca em uma era digital, sem dúvida, mas as bibliotecas protegem ambos ao ponto de eliminar muitas capacidades que as tecnologias modernas de outra maneira tornam-as possíveis. Conseqüentemente, as bibliotecas perdem muitas oportunidades de participar em novas formas de pesquisa, conhecimento, e expressão criativa. As comunidades emergentes de usuários de bibliotecas para pesquisa demonstraram preferências fortes em exatamente formas de criação da confiança em rede, colaboração, repartição de recurso, e criatividade que as tecnologias de biblioteca e as políticas de acesso desencorajam.</em></p>
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		<title>O Manifesto dos Bibliotecários 2.0</title>
		<link>http://fabianocaruso.com/o-manifesto-dos-bibliotecarios-20/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Nov 2006 12:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Reconhecerei que o universo da cultura informacional está modificando-se rápido e que as bibliotecas têm de responder positivamente a essas modificações para fornecer recursos e serviços que os usuários precisam e querem. Vou me educar sobre a cultura informacional dos meus usuários e procurarei formas de incorporar o que aprendo aos serviços da biblioteca. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reconhecerei que o universo da cultura informacional está modificando-se rápido e que as bibliotecas têm de responder positivamente a essas modificações para fornecer recursos e serviços que os usuários precisam e querem.</p>
<p>Vou me educar sobre a cultura informacional dos meus usuários e procurarei formas de incorporar o que aprendo aos serviços da biblioteca.</p>
<p>Não serei defensivo em relação a minha biblioteca, mas olharei claramente para a sua situação e farei uma avaliação honesta sobre o que pode ser realizado.</p>
<p>Serei um participante ativo para melhorar a minha biblioteca.</p>
<p>Reconhecerei que as bibliotecas se modificam lentamente, e trabalharei com os meus colegas para apressar a nossa sensibilidade para modificar-se.</p>
<p>Serei corajoso sobre a proposta de novos serviços e novos modos de fornecer serviços, embora alguns dos meus colegas sejam resistentes.</p>
<p>Gostarei de excitação e o divertimento da modificação positiva e transmitirei isto a colegas e usuários.</p>
<p>Deixarei de lado práticas prévias se houver um melhor modo de fazer as coisas agora, mesmo se essas práticas uma vez pareceram tão importantes.</p>
<p>Tomarei uma atitude experimental para mudanças estando disposto a cometer erros.</p>
<p>Não esperarei até que algo seja perfeito antes que eu o lance, e o melhorarei baseado no feedback de usuário.</p>
[<a href="https://liblogs.albany.edu/mtadmin/mt-tb.cgi/436">fonte</a>]
[<a href="http://tametheweb.com/2006/11/a_librarians_20_manifesto.html">via</a>]
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