por Fabiano Caruso em 14 de janeiro de 2009
Lembro-me de uma discussão sobre o uso de terminologias como: usuários, clientes e leitores. Geralmente para pesquisas sobre demandas de informação.
Nunca gostei de nenhum dos três e sempre preferí o termo: pessoas. Então que deparei-me com a mesma discussão em outro lugar: People are people; users aren’t what they used to be
“Pessoas, por outro lado possuem nomes. Pessoas compartilham idéias e informação. Pessoas formam comunidades. Pessoas, são a espinha dorsal da organização e suas idéias, especialmente em uma economia instável, são eles que irão construir ou quebrar a sua empresa. Pessoas, não empregados e certamente não usuários.”
por Fabiano Caruso em 29 de dezembro de 2008
O título de uma matéria recente do The New York Times: Turning Page, E-Books Start to Take Hold (traduzido no Midia Global como: Mais Leitores estão optando por livros eletrônicos). Sobre o aumento da procura pelas novas tecnologias de suporte a leitura de livros (um livro é uma publicação impressa que constituí no mínimo 50 páginas).
É fato que diversos jornais impressos já estão deixando de existir lá fora, e o seu conteúdo está sendo produzido exclusivamente em formato digital.
Pensem nos dez anos que se passaram para a consolidação dos telefones celulares como tecnologia acessível para as diversas esferas de renda. Agora imaginem um cenário para as bibliotecas nos próximos dez anos.
A questão é, se uma nova tecnologia para leitura e troca de livros consilidar-se, teremos então a oportunidade para a consolidação dos investimentos em novos modelos de bibliotecas.Valendo apostar nos ambientes como prestadores de serviços para a formação de comunidades locais e redes sociais temáticas.