Posts Tagged ‘marketing’
Groundswell - Estratégia em Tecnologias Sociais maio 8th, 2008
Acabei de comprar através da Amazon o livro: Groundswell - winning in a world transformed by social technologies, escrito por Charlene Li e Josh Bernoff. Devo recebê-lo no próximo mês.
Tenho trabalhado no momento específicamente com o uso das tecnologias colaborativas e inteligência social dentro das organizações. Mas não cheguei a mediar o uso de tais ferramentas como estratégia de marketing com o público externo. Este livro é escrito com diversos estudos de caso, que podem trazer alguns bons insights.
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A Miséria do Marketing em Biblioteconomia fevereiro 14th, 2007
Algumas teorias defendem que existe uma relação direta entra a Ciência da Informação e a Biblioteconomia. Evidente que sim, mas depende do tipo de pesquisa praticado pela Ciência da Informação. A Biblioteconomia não pode ser definida através de um perfíl - como muitos tentam - mas através de diversos perfís de atuação e competências complementares, orientados para o desenvolvimento de Serviços de Informação.
No entanto a formação tradicional é baseada no conceito de profissional como Gestor de Unidades de Informação. O conceito de unidades de informação não é um conceito teórico, mas um conceito de marketing, pois é baseado na relação entre as competências dos profissionais e as necessidades dos usuários. Particularmente não gosto deste conceito pois acaba centrado em uma dinâmica vertical de prestação de serviços. Quando a mina de ouro do campo está justamente em tópicos relacionados a consultoria tanto para o desenvolvimento de serviços de informação, quanto para a competência informacional - que é o que irá perdurar para quando dentro de algumas décadas todas as bibliotecas tradicionais forem extintas.
Voltando um pouco ao tópico inovação, pensemos apenas um pouco no tópico estudo de usuários. Os estudos de usuários realizados muitas vezes para as bibliotecas e unidades de informação não são feitos para que se possa compreender as necessidades de tais usuários. Servindo desta forma como base para o desenvolvimento de serviços. Mas sim, em como sustentar, ou demonstrar que os serviços que a unidade tem para oferecer são relevantes. Poderiamos tentar visualizar a atitudade de um profissional da seguinte forma: toda a sua formação foi orientada sobre a importância das fábricas de fazer refresco. Então, quando finalmente começam a trabalhar em uma destas fábricas, fazem um estudo para saber qual é o sabor de refresco ou como os usuários desejam que ele seja servido - sendo que nenhum usuário está lá muito interessado em refrescos, mas eles respondem a pesquisa por educação ou com pensa do pesquisador.
Na minha experiência profissional fui trabalhar em uma biblioteca institucional. No entando a função deste local era servir de acervo permanente para os livros menos interessantes. Porque os livros mais relevantes e que tinham mais acesso ficavam alocados nas mesas das pessoas para uso particular, ou então na biblioteca de obras selecionadas da diretoria. Um profissional clássico iria começar a se preocupar com: poxa, eu quero que a biblioteca seja visitada, preciso ser valorizado! Porque na mentalidade baseada no profissional como “gestor de unidades de informação” o que ele pensa que o qualifica não é a qualidade dos serviços que ele presta ou desenvolve, mas o poder que ele exerce sobre a biblioteca e a forma que ele tenta ao máximo criar uma dependência dos usuários em relação aos seus serviços (o maravilhoso mediador da informação). Então quando o profissional burocrata não consegue este nível de poder, ele resolve apelar a outros tipos de artifício como o de trabalhar com a normalização de trabalhos segundo as normas técnicas da abnt. Ou até se ele tiver alguns conhecimentos básicos de webdesign, vai querer inventar uma página com uma linda listagem de bases de dados, fontes de informação selecionadas e de confiança.
Mas existe uma área segura em que os profissionais não precisam se preocupar com as necessidades dos usuários. Um campo de atuação em que todos os seus procedimentos técnicos defasados e a sua orientação de serviços focados para a idolatria da unidade de inforamação está seguro. É para este paraíso confortável que a maioria está querendo ir. O santo graal da biblioteconomia. As pessoas caem em lágrimas emocionadas quando conseguem tal realização. Chama-se: concurso público.
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Todas São Bibliotecas Especializadas dezembro 18th, 2006
Recentemente descobrí o conceito de Personas, para se fazer pesquisas de usuários qualitativas, como suporte ao desenvolvimento de produtos e serviços - em algum momento no futuro escreverei mais detalhes sobre.
Hoje encontrei esta passagem que ilustra bem o que pude perceber estudando um pouco sobre gestão de serviços de informação para bibliotecas:
“The way I see it, what makes a library special is its ability to know and customize its services to a specific user population, whether that population is a community, university, company, hospital or law firm. Therefore, all libraries are special libraries.” (via)
Vai bem de encontro ao que estava pensando em relação a deficiência que é pensar em bibliotecas em termos de tipos de bibliotecas (escolar, universitária, etc.). Porque este pensamento cria uma representação automática sobre a função da biblioteca baseada em conceitos pré-determinados e muitas vezes limitantes - ao invés de ampliar as possibilidades para a customização dos serviços baseados nos perfís de pessoas (Personas) que utilizam os serviços da biblioteca.
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A Desconexão entre a Cultura da Biblioteca e os Valores da Nova Geração novembro 27th, 2006
Disconnects Between Library Culture and Millennial Generation Values
Libraries must consider changes in both policy and technology to remain relevant to the next generation of students.
A privacidade e a propriedade intelectual são mais importantes do que nunca em uma era digital, sem dúvida, mas as bibliotecas protegem ambos ao ponto de eliminar muitas capacidades que as tecnologias modernas de outra maneira tornam-as possíveis. Conseqüentemente, as bibliotecas perdem muitas oportunidades de participar em novas formas de pesquisa, conhecimento, e expressão criativa. As comunidades emergentes de usuários de bibliotecas para pesquisa demonstraram preferências fortes em exatamente formas de criação da confiança em rede, colaboração, repartição de recurso, e criatividade que as tecnologias de biblioteca e as políticas de acesso desencorajam.
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O Manifesto dos Bibliotecários 2.0 novembro 9th, 2006
Reconhecerei que o universo da cultura informacional está modificando-se rápido e que as bibliotecas têm de responder positivamente a essas modificações para fornecer recursos e serviços que os usuários precisam e querem.
Vou me educar sobre a cultura informacional dos meus usuários e procurarei formas de incorporar o que aprendo aos serviços da biblioteca.
Não serei defensivo em relação a minha biblioteca, mas olharei claramente para a sua situação e farei uma avaliação honesta sobre o que pode ser realizado.
Serei um participante ativo para melhorar a minha biblioteca.
Reconhecerei que as bibliotecas se modificam lentamente, e trabalharei com os meus colegas para apressar a nossa sensibilidade para modificar-se.
Serei corajoso sobre a proposta de novos serviços e novos modos de fornecer serviços, embora alguns dos meus colegas sejam resistentes.
Gostarei de excitação e o divertimento da modificação positiva e transmitirei isto a colegas e usuários.
Deixarei de lado práticas prévias se houver um melhor modo de fazer as coisas agora, mesmo se essas práticas uma vez pareceram tão importantes.
Tomarei uma atitude experimental para mudanças estando disposto a cometer erros.
Não esperarei até que algo seja perfeito antes que eu o lance, e o melhorarei baseado no feedback de usuário.
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A Melhor Biblioteca Pública do Canadá outubro 30th, 2006
A Biblioteca Pública de Waterloo, foi anunciada como a melhor biblioteca pública pelo Ministério da Cultura do Canadá.
O prêmio foi concedido devido a iniciativas inovadoras para aproximar a comunidade da biblioteca. A biblioteca utilizou um blog para melhorar o relacionamento com a comunidade, e educar os usuários em relação as novas tecnologias para o compartilhamento de informações e possibilitar o diálogo entre a comunidade e os recursos de informação disponíveis na biblioteca.
Segundo as palavras da diretora da biblioteca: “Nós estamos frequentemente em contato com outras bibliotecas do Canada e Estados Unidos”, ela fala “e sempre precupados em compartilhar nossas esperiências com outras bibliotecas que estão interessadas em utilizar blogs para maximizar o usuo de novas tecnologias para uma melhor interação com a comunidade”. (via)
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A Biblioteca como Conversação outubro 13th, 2006
“Um documento que descreve um modelo de conversação para bibliotecas, apresentando um apanhado geral das tecnologias Web 2.0 correntes, e uma discussão introdutória sobre a Biblioteca 2.0. Mudanças e oportunidades específicas para uma rede participativa é revista. Finalmente, os autores recomendam a criação compartilhada de uma rede de bibliotecas participativa. Esta rede não deveria apenas experimentar as novas tecnologias colaborativas da web, mas trabalhar com organizações de bibliotecas e seus fornecedores para acelerar a inovaçao nos sistemas tradicionais de bibliotecas. Desta forma uma rede de suporte e testes, deveria prover uma infraestrutura para fornecer tecnologias de participação, como Wikis, blogs e RSS feeds para que as bibliotecas possam incluí-los nos serviços do dia a dia.” - “American Library Association’s Office for Information Technology Policy Information Institute of Syracuse - Syracuse University’s school of Information Studies - Sept 2006″. (via)
Este tipo de tecnologias que venho implementando em meus ambientes de trabalho nos últimos anos. O que rendeu o meu trabalho de conclusão de curso - Biblioteca 2.0 - Consultoria em Serviços de Informação Digitais. E a construção da minha página pessoal.
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