por Fabiano Caruso em 15 de janeiro de 2009
O livro é a tecnologia quintessencial da modernidade; um meio de transporte através do espaço da experiência, à velocidade de um virar de página; como o poeta Joseph Brodsky colocou. Mas agora que movimento de virar de páginas concorre com a cintilação do ecrã de pixels, temos de considerar a possibilidade de que o livro pode não estar entre nós por muito mais tempo. Se optarmos por este para substituir o livro, o que será da leitura e da cultura que é fomentada pela impressão? E o que é que isso nos tem a dizer sobre nós mesmos, que podemos aposentar em breve a mais notável tecnologia de quinhentos anos de existência?
Vale a leitura completa: People of the Screen – Christine Rosen.
por Fabiano Caruso em 29 de dezembro de 2008
O título de uma matéria recente do The New York Times: Turning Page, E-Books Start to Take Hold (traduzido no Midia Global como: Mais Leitores estão optando por livros eletrônicos). Sobre o aumento da procura pelas novas tecnologias de suporte a leitura de livros (um livro é uma publicação impressa que constituí no mínimo 50 páginas).
É fato que diversos jornais impressos já estão deixando de existir lá fora, e o seu conteúdo está sendo produzido exclusivamente em formato digital.
Pensem nos dez anos que se passaram para a consolidação dos telefones celulares como tecnologia acessível para as diversas esferas de renda. Agora imaginem um cenário para as bibliotecas nos próximos dez anos.
A questão é, se uma nova tecnologia para leitura e troca de livros consilidar-se, teremos então a oportunidade para a consolidação dos investimentos em novos modelos de bibliotecas.Valendo apostar nos ambientes como prestadores de serviços para a formação de comunidades locais e redes sociais temáticas.