Posts Tagged ‘inovação’

Criando novos hábitos para inovar

maio 19th, 2008

“A primeira coisa que você precisa para inovar é ter fascinação pelo maravilhamento.”

Can You Become a Creature of New Habits? é o artigo disponível no The New York Times.

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A nação da inovação

abril 16th, 2008

O ‘Innovation Nation’ (Março de 2008) é um White Paper do departamento de Innovação, Universidades & Habilidades, do governo Britânico para criar uma Nação Inovadora que oferaça desafios para os negócios, serviços públicos, organizações do terceiro setor, bairros e cidades, universidades e escolas.

A mensagem deste whitepaper é que a inovação será a chave para alguns dos maiogres desafios que a sociedade precisa encarar, como o aquecimento global e o desenvolvimento sustentável. O governo pode estimular a inovação, mas apenas as pessoas podem criar uma Nação Inovadora.

Innovation is increasingly an international endeavour. Businesses are internationalising their R&D, supply chains and customer bases and adopting “open innovation” models. Like the ideas that they create and use, the people who drive innovation are also increasingly mobile, as is the finance that support innovators.

via: Smart Mobs.

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Co-Criação

fevereiro 8th, 2008

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Inovação Disruptiva e Automação de Bibliotecas

abril 4th, 2007

Existem alguns conceitos emergentes que são estratégicos para profissionais que trabalham com o desenvolvimento de serviços de informação. O conceito de Inovação Disruptiva está intimamente relacionado com a qualidade da avaliação de sistemas para automação de bibliotecas, serviços de referência e disseminação da informação.

Clayton Christensen apresentou a teoria da inovação disruptiva em seu livro O Dilema da Inovação. Seu trabalho demonstra que mesmo empresas estabelecidas no mercado e altamente competitivas, perdem espaço para novos concorrentes que podem oferecer soluções mais baratas para os clientes baseados em necessidades específicas.

Um exemplo simples aplicado a bibliotecas, são empresas consolidadas de automação que oferecem aplicações com muitos recursos, com o objetivo de solucionar diversos problemas relativos a gestão de grandes bibliotecas (ex.: pergamum para bibliotecas universitárias).

No entanto, uma biblioteca de pequeno ou médio porte geralmente não tem recursos para investir - e nem deveria se tivesse - em uma aplicação deste porte. Ou seja, empresas disruptivas tem campo aberto para oferecer soluções mais simples e de qualidade para bibliotecas e comunidades menores. Pois, o que seria estratégico neste tipo de ambiente é um investimento maior em serviços para a comunidade, do que sistemas de automação que oferecem muitos recursos.

Por isso que acredito que investir em alternativas opensource é fundamental para qualquer biblioteca de pequeno e médio porte.

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Construindo cidades fortes: as constribuições das bibliotecas públicas para o desenvolvimento economico local

abril 3rd, 2007

Making Cities Stronger: Public Library Contributions to Local Economic Development

“Este estudo concluí que as bibliotecas públicas estão posicionadas para abastecer não apenas as novas, mas as próximas economias devido aos seus papéis como fomentadora de competências tecnológicas, atividades empreendedoras, e lugares vibrantes, habitáveis. A combinação de papeis mais fortes em estratégias de desenvolvimento econômico e sua prevalência - 16.000 ramos em mais de 9,000 sistemas - tornam as bibliotecas públicas ferramentas estáveis e poderosas para cidades que buscam atrair e fomentar novos negócios.”

Um sonho impossível para as Bibliotecas Públicas do Brasil?

via: urbanlibraries.org

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A Ameaça da Mediocridade

junho 23rd, 2006

A Mente Mediana - Por Que Deixamos de Pensar por Nós Mesmos.

“Sacrificamos nossas vidas por uma sensação de conforto em acatar. O que dizem os pais, professores e porta-vozes da mídia basta para nós. Nossa imaginação anda muito pobre”. Curtis White.

“Parte de nossa sociedade está sem espírito crítico, com preguiça de pensar, e aceita positivamente o que é colocado”. José Ernesto Bolognha. Ethos.

“Vivemos uma crise de paradigma, na qual todos fazem as mesmas coisas, assistem os mesmos programas e se relacionam com pessoas da mesma mentalidade”. Dulce Magalhães, Work Educação Empresarial.

Matéria Completa: Revista Amanhã.

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