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	<title>Fabiano Caruso &#187; fundamentos</title>
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	<description>colaboração intelectual autêntica</description>
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		<title>Mídia Social vs. Gestão do Conhecimento</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 23:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresa 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
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		<description><![CDATA[Social Media vs. Knowledge Management: A Generational War é uma excelente análise escrita por Renkatesh G. Rao pesquisador web da Xerox na Social Computing Magazine que faz uma distinção entre a estratégia da Mídia Social e da Gestão Conhecimento das Organizações.
O que lembrou-me de uma reconfiguração estratégica da Gestão do Conhecimento feita por Dave Pollard chamando-a de Gestão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><span class="headerart"><a href="http://www.socialcomputingmagazine.com/viewcolumn.cfm?colid=621" target="_blank">Social Media vs. Knowledge Management: A Generational War</a> é uma excelente análise escrita por <a href="http://www.ribbonfarm.com/" target="_blank">Renkatesh G. Rao</a> <span class="headerart">pesquisador web da Xerox na <a href="http://www.socialcomputingmagazine.com/viewcolumn.cfm?colid=621" target="_blank">Social Computing Magazine</a> <span class="headerart">que faz uma distinção entre a estratégia da Mídia Social e da Gestão Conhecimento das Organizações</span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">.</span></span></span></span></p>
<p>O que lembrou-me de uma reconfiguração estratégica da Gestão do Conhecimento feita por <a href="http://blogs.salon.com/0002007/" target="_blank">Dave Pollard</a> chamando-a de Gestão do Conhecimento 0.0, para elucidar como ela deveria ter sido em: <a class="weblogItemTitle" href="http://blogs.salon.com/0002007/2008/02/15.html#a2100">KM 0.0 &#8212; A Pragmatic Approach to Social Networking and Knowledge Management for Business.</a></p>
<p>Minha percepção é de que uma geração de pesquisadores em Gestão do Conhecimento incorporou em suas práticas as plataformas colaborativas emergentes (blogs, wikis e marcadores sociais). Mas mantiveram sua abordagem focada em gestão de conteúdo e produção de conhecimento &#8211; aplicando técnicas tradicionais para gerenciamento da informação &#8211; em detrimento das conversações e a criatividade nas organizações.</p>
<p>A aplicação da Mídia Social nas organizações &#8211; Empresa 2.0 &#8211; dá ênfase nas conversações em seus processos. Incentivando a formação de uma rede social que transcende a estrutura hierárquica tradicional, permitindo que competências em setores distindos da organização atuem de forma colaborativa buscando de forma mais efetiva soluções para os problemas organizacionais.</p>
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		<title>Da Biblioteca ao Núcleo de Inteligência Social</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 19:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Inovacao]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[O desenvolvimento de serviços de informação de serviços relacionados a aprendizagem e geração de novos conhecimentos são tradicionalmente de responsabilidade das bibliotecas em instituições de ensino e pesquisa. Mas atualmente, graças às novas tecnologias e conceitos, baseados em redes sociais, inovação aberta, colaboração, aprendizagem em rede, e o perfíl de uma nova geração de estudantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>O desenvolvimento de serviços de informação de serviços relacionados a aprendizagem e geração de novos conhecimentos são tradicionalmente de responsabilidade das bibliotecas em instituições de ensino e pesquisa. Mas atualmente, graças às novas tecnologias e conceitos, baseados em redes sociais, inovação aberta, colaboração, aprendizagem em rede, e o perfíl de uma nova geração de estudantes e profissionais, foi preciso repensar o modelo tradicional das bibliotecas. A estratégia de bibliotecas como redes participativas (Biblioteca 2.0) foi uma forma de aproximar aproximar as bibliotecas consolidadas com as demandas emergentes de serviços baseados em tecnologias colaborativas.</p>
<p>Mas para instituições que não possuem bibliotecas, ou quando é inviável que a biblioteca incorpore um novo modelo estratégico, foi preciso repensar o papel das bibliotecas (unidades de informação) e o perfíl dos profissionais envolvidos. Alguns problemas também foram fundamentais para consolidação da nova estratégia:</p>
<p>Gestão Informacional: a representação orientada apenas para a relação informação/documentação x geração de novos conhecimentos.</p>
<p>Gestão de TI:  desalinhamento da da gestão com o desenvolvimento de novos serviços para bibliotecas &#8211; as bibliotecas costumam limitar seus serviços a mentalidade automação e criação de repositórios digitais.</p>
<p>Profissionais: a postura tradicional de profissionais da informação que crêem em mediação da informação, adotando um modelo de cima para baixo no desenvolvimento de serviços.</p>
<p>O planejamento estratégico do tipo de práticas adotadas por este novo modelo é o seguinte:</p>
<p><strong>O Núcleo de inteligência social</strong></p>
<p>O núcleo de inteligência social deverá se capaz de prover serviços de informação e prestar assessoria informacional com a finalidade de estimular uma cultura de aprendizagem colaborativa de inovação, para tanto:</p>
<p><strong>Serviços de Informação</strong></p>
<p>- Identificar demandas e necessidades de informação</p>
<p>- Mapear e reconhecer fluxos informais de informação</p>
<p>- Desenvolver serviços de informação</p>
<p>- Avaliar os serviços de informação através do feedback da comunidade</p>
<p><strong>Aprendizagem Colaborativa</strong></p>
<p>- Oferecer treinamentos, oficinas e cursos relativos para desenvolver habilidades informacionais</p>
<p>- Incentivar a utilização das tecnologias colaborativas para comunicação corporativa</p>
<p>- Estimular a auto-gestão e colaboração informacional</p>
<p>- Apresentar soluções para o gerenciamento de informações pessoais</p>
<p>- Orientar quanto ao uso de agregadores de conteúdo para acompanhamento de atualizações de sites através do RSS.</p>
<p><strong>Gestão de Tecnologias Colaborativas</strong></p>
<p>- prover infra-estrutura de tecnologia de informação</p>
<p>- implementar tecnologias colaborativas (blogs e wikis) como ferramentas para suporte a comunicação corporativa</p>
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		<title>Cuidado com a Ciência da Informação</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Nov 2006 14:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Biblioteconomia e Comunicação Mediada por Símbolos
Antes de falecer em 1982, Shera reverteu seus pensamentos anteriores sobre Ciência da Informação nessas palavras: Vinte anos atrás, eu pensei sobre o que é hoje chamada de Ciência da Informação como fornecedora das fundações intelectuais e teoréticas da Biblioteconomia, mas agora estou convencido de que estava errado&#8230; Eu questiono [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a href="http://academica.extralibris.info/teoria_da_biblio/comunicacao_mediada_por_simbol.html">Biblioteconomia e Comunicação Mediada por Símbolos</a></p>
<p><em>Antes de falecer em 1982, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jesse_Shera">Shera</a> reverteu seus pensamentos anteriores sobre Ciência da Informação nessas palavras: Vinte anos atrás, eu pensei sobre o que é hoje chamada de Ciência da Informação como fornecedora das fundações intelectuais e teoréticas da Biblioteconomia, mas agora estou convencido de que estava errado&#8230; Eu questiono seriamente se existe uma real interdisciplinaridade entre a Biblioteconomia e a Ciência da Informação&#8230; Nós precisamos olhar para outras disciplinas para suas relações interdisciplinares e o núcleo da sua teoria.</em></p>
<p>O pesquisador do país que mais investe em Bibliotecas Públicas no mundo deve ter algo significativo a ensinar.</p>
<p><a href="http://is.gseis.ucla.edu/news/phd_forum_01-06.htm#stasa">Jesse H. Shera</a> (1903-1982) is often considered to be a single most influential theorist of library science.   Although not widely known or recognized for his historical work, Shera’s Foundations of the PublicLibrary is a “citation classic” for anyone interested in history of public libraries in America. It was one of the first works to depart from the celebratory view of the libraries, and instead use methods of what has been known as a “new history”, or what we now call social history.  Shera was a pioneer of a new library history, synthesizing and analyzing historical material and events, rather than just chronicling them.  In his early period, Shera wrote about the history, American library history and the history of librarianship.  Although his ideas evolved and changed over time, throughout his career Shera kept a strong faith in the importance of history to all aspects of librarianship and serious scholarship. For Shera, history and theory of librarianship fed off each other. This can be summarized in his view that in order to write good histories we need well defined concepts, but in order to define concepts we need a historical perspective. The talk will focus on Shera as a historian of libraries and librarianship, and how the radical changes that librarianship experienced during Shera’s career influenced his views. Today, this facet of Shera’s work is often times neglected, yet it was evidently important to Shera himself, and it is especially significant in the study of the history of library and information science. (<a href="http://www.ala.org/ala/ors/orsawards/sherajesseh/sherajesseh.htm">Jesse H. Shera Award for Distinguished Published Research</a>).</p>
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		<title>Eles sabem o que está acontecendo?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Oct 2006 18:24:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Há três tipos de pessoas: pessoas que fazem as coisas acontecerem, pessoas que assistem as coisas acontecerem e pessoas que se perguntam o que aconteceu.
A minha impressão quando vejo alguns trabalhos apresentados em eventos, comentários de alunos, e o tipo de serviços desenvolvidos é que a representação que os Bibliotecários tem sobre os serviços e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><em>Há três tipos de pessoas: pessoas que fazem as coisas acontecerem, pessoas que assistem as coisas acontecerem e pessoas que se perguntam o que aconteceu.</em></p>
<p>A minha impressão quando vejo alguns trabalhos apresentados em eventos, comentários de alunos, e o tipo de serviços desenvolvidos é que a representação que os Bibliotecários tem sobre os serviços e um modelo de comunicação para a internet é o mesmo de 10 anos atrás. Um modelo que não está orientado para o desenvolvimento de comunidades e uma melhor relação com as pessoas. Mas sim, o modelo que simplesmente leva o pior dos serviços de bibliotecas físicas &#8211; controle, políticas, mal atendimento &#8211; para o ambiente online.</p>
<p>Também não adianta resolver tentar se antenar e começar a criar um grupo de pesquisa, tentar escrever um artigo, ou inventar um novo modelo de biblioteconomia para ambientes virtuais. Porque se você começar desta forma, está seguindo exatamente o modelo oposto que este ambiente previlegia.</p>
<p>O que é preciso não são novas teorias, mas novos serviços e soluções. Não mediação e hierarquia, mas participação, envolvimento no cotidiano das pessoas e da comunidade. Não existe mais espaço para o profissional, grande imperador da mediação sentado no trono do alto da pirâmide.</p>
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		<title>Seria o serviço de referência em saúde um mito?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Oct 2006 12:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de ler o artigo &#8220;Na medicina, as evidências podem ser confusas&#8220;. Em uma versão traduzida para assinantes no Mídia Global.
Hoje, no entanto, são publicados cerca de 82 ensaios controlados randômicos por dia na literatura médica, diz Paul Keckley, diretor executivo do Centro Vanderbilt de Medicina com Base em Evidências, em Nashville. O residente que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Acabei de ler o artigo &#8220;<a href="http://www.usatoday.com/news/health/2006-10-15-medical-evidence-cover_x.htm">Na medicina, as evidências podem ser confusas</a>&#8220;. Em uma versão traduzida para assinantes no <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/usatoday/2006/10/17/ult582u752.jhtm">Mídia Global</a>.</p>
<p><em>Hoje, no entanto, são publicados cerca de 82 ensaios controlados randômicos por dia na literatura médica, diz Paul Keckley, diretor executivo do Centro Vanderbilt de Medicina com Base em Evidências, em Nashville. O residente que não consegue ler e lembrar-se de 19 deles fica para trás, diz ele.</em></p>
<p><em>Esse fato mostra a ampla gama de opiniões médicas que os pacientes poderão encontrar, disse Keckley. &#8220;Se você levasse seu carro para consertar e cinco mecânicos propusessem cinco planos diferentes, você ficaria preocupado&#8221;, diz ele. &#8220;O mesmo está acontecendo com a saúde.&#8221;</em></p>
<p><em>Para ajudar os médicos a se atualizarem, várias revistas peneiram a literatura científica, selecionam os ensaios mais significativos e os resumem. Brian Haynes edita duas revistas desse tipo: Evidence-Based Medicine e ACP Journal Club.</em></p>
<p><em>A Evidence-Based Medicine tem uma equipe de sete pesquisadores, que lêem cerca de 120 revistas médicas. Cerca de um em cada 50 artigos passa na primeira triagem, diz Haynes, diretor de epidemiologia e bioestatística na Universidade McMaster em Hamilton, Ontário. &#8220;Eles são enviados para revisores médicos da especialidade.&#8221; Sua tarefa? &#8220;Dizer-nos se é muito diferente do que já sabem&#8221;, diz Haynes.</em></p>
<p>Perceberam como um bom serviço de referência envolve situações complexas. Por exemplo, não é apenas uma questão de acessar as bases de dados e colocar as palavras-chave sobre um problema e recuperar todos os artigos possíveis de se encontrar.</p>
<p>Existem questões éticas relevantes em jogo, principalmente quando se trata de indicar literatura que provavelmente implicará em um tratamento que poderá, ou não, salvar a vida de um paciente.</p>
<p>Estou extremamente curioso em relação a que tipo de serviço de referência é praticado por bibliotecas na área de saúde. Mais curioso ainda em relação a formação continuada dos nossos profissionais de saúde.</p>
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		<title>Conceitos emergentes da cultura digital</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Oct 2006 22:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estes são alguns dos temas que venho explorando com empolgação:
Biblioteconomia
library 2.0, librarian 2.0, metadata, folksonomy, mashup, tagging, social software, rss, open access, wirearchy
Educação
personal learning environments (ple), informal learning, connectivism, information literacy, concept-mapping, personal information management (pim)
Negócios
enterprise 2.0, office 2.0, corporate blogging, intranet, innovation
Outros
life hacks, get things done (gtd), opensource, collaboration, creative commons
Utilizei palavras-chave em inglês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Estes são alguns dos temas que venho explorando com empolgação:</p>
<p><strong>Biblioteconomia</strong></p>
<p>library 2.0, librarian 2.0, metadata, folksonomy, mashup, tagging, social software, rss, open access, wirearchy</p>
<p><strong>Educação</strong></p>
<p>personal learning environments (ple), informal learning, connectivism, information literacy, concept-mapping, personal information management (pim)</p>
<p><strong>Negócios</strong></p>
<p>enterprise 2.0, office 2.0, corporate blogging, intranet, innovation</p>
<p><strong>Outros</strong></p>
<p>life hacks, get things done (gtd), opensource, collaboration, creative commons</p>
<p>Utilizei palavras-chave em inglês porque a maioria destes temas não estão consolidados em território nacional. Também é mais fácil recuperar informação relevante sobre os assuntos através dos <em>Social Bookmarks</em> (praticamente não uso o Google, vocês usam?), com palavras-chave em inglês, devido a consolidação das comunidades <em>botton up</em> nesta linguagem.</p>
<p>Através do menú deste blog é possível acessar a minha <a href="http://del.icio.us/fabianocaruso">página pessoal no Del.icio.us</a>, em que estou mapeando material relevante sobre estes tópicos.</p>
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		<title>Problemas Centrais</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Sep 2006 12:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Problemas centrais podem unir e mostrar algumas divergências centrais para discussões em comunidades de pesquisa em comum. Por exemplo, o papel do indivíduo (popper) e da comunidade (khun) na pesquisa científica. A teoria da evolução de forma progressiva (dawkins) ou em saltos (gould). Poderia dar inúmeros outros exemplos. Mas a idéia é podermos pensar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Problemas centrais podem unir e mostrar algumas divergências centrais para discussões em comunidades de pesquisa em comum. Por exemplo, o papel do indivíduo (popper) e da comunidade (khun) na pesquisa científica. A teoria da evolução de forma progressiva (dawkins) ou em saltos (gould). Poderia dar inúmeros outros exemplos. Mas a idéia é podermos pensar que a partir de conceitos que parecem simples, uma comunidade de pesquisa, prática profissional, o que seja, pode evoluir e tomar rumos diferenciados. Da mesma forma que a astronomia separou-se da astrologia no decorrer de alguns séculos.</p>
<p>Por um momento vou fingir que o problema comum dos profissionais bibliotecários não seja &#8220;como lutar por mais concursos públicos&#8221;, e que possamos identificar pontos de natureza mais substâncial como estes. Então, convido-os a tentar imaginar, quais seriam bons pontos de inflexão que podem dividir a prática, pesquisa e discussão na área de biblioteconomia e ciência da informação. Vou começar sugerindo dois:</p>
<p><strong>1. Abundância e Escassez de Informação. </strong></p>
<p>O artigo &#8220;<a href="http://profissional.extralibris.info/praticas_emergentes/reflexoes_sobre_a_vida_da_ment.html">fadiga da carne</a>&#8220;, nos mostra como toda a estratégia de atuação difere-se quando lidamos com o problema da abundância e da escassez. Conseguir visualizar o papel das bibliotecas e serviços de informação dentro destas duas perspectivas seria um bom trabalho mental para estudantes de biblioteconomia.</p>
<p><strong>2. Biblioteca ou Unidade de Informação</strong></p>
<p>A maioria das discussões sobre o &#8220;novo profissional da informação&#8221; estão relacionadas ao próprio conceito de biblioteca. Alguns artigos e até projetos pedagógicos estão considerando como maior o conceito de <em>unidade de informação</em>.</p>
<p><strong>3. Botton up x Top Down</strong></p>
<p>A dinâmica entre disseminação da informação e autoridade pode ser toda enquadrada nestes dois conceitos. Por exemplo, a compreensão do bibliotecário como mediador da informação e puramente Top Down. No entanto, o Bibliotecário 2.0 é botton up. Mas esta relação de conceitos merece um tópico especial &#8211; na verdade um artigo.</p>
<p>Alguém mais tem sugestões? Quais seriam problemas centrais para discussão na nossa área?</p>
<p>(post atualizado em 08 de Outubro de 2006)</p>
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		<title>Um Retrocesso Conceitual</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2006 22:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Unidade de Informação é um conceito menor em comparação ao conceito de Biblioteca. E tentar desassociar a formação profissional do termo Biblioteca e Biblioteconomia, em pró a uma pretença unidade de informação, significa rejeitar o potencial das bibliotecas, e iludir-se com o papel dos profissionais da informação na gestão de tais unidades de informação.
Nos termos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Unidade de Informação é um conceito menor em comparação ao conceito de Biblioteca. E tentar desassociar a formação profissional do termo Biblioteca e Biblioteconomia, em pró a uma pretença unidade de informação, significa rejeitar o potencial das bibliotecas, e iludir-se com o papel dos profissionais da informação na gestão de tais unidades de informação.</p>
<p>Nos termos de Guinchat e Menou, podemos identificar como unidade de informação como aquela que presta serviços de informação, blá, blá, blá.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Biblioteconomia no Brasil acabou (1)</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jul 2006 17:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Cumpre ao profissional de Biblioteconomia: preservar o cunho liberal e humanista de sua profissão, fundamentado na liberdade da investigação científica e na dignidade da pessoa humana.&#8221;
O que significa este compromisso citado pelos alunos em sua formatura e qual é a relação deste compromisso de atuação com a pesquisa praticada atualmente pela área são algumas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>&#8220;Cumpre ao profissional de Biblioteconomia: preservar o cunho liberal e humanista de sua profissão, fundamentado na liberdade da investigação científica e na dignidade da pessoa humana.&#8221;</p>
<p>O que significa este compromisso citado pelos alunos em sua formatura e qual é a relação deste compromisso de atuação com a pesquisa praticada atualmente pela área são algumas de minhas perguntas.</p>
<p>Ficou claro para mim, após participar de alguns eventos da área e durante cinco anos a produção intelectual sobre o perfíl do novo profissional da informação, de que, este compromisso acabou. Quem entrou no curso de biblioteconomia &#8211; como eu &#8211; precisa repensar seus conceitos.</p>
<p>Por um lado temos a Ciência da Informação, interdisciplinar, intradisciplinar, pluridisciplinar, paradisciplinar, teodisciplinar, poéticadisciplinar &#8211; todas as disciplinas possíveis das ciências pos-moderna. Em que a presença da sociologia da ciência é marcante, através de autores como Bourdieau. Grandes contextualizações históricas, sociológicas. E os maiores embates intelectuais se dão, porque alguns pós-graduandos gostam mais de alguns autores do que de outros.</p>
<p>Do outro lado temos o pragmatismo empresarial. Tendências como Inteligência Competitiva, Gestão do Conhecimento, etc. Inspiradas em teorias administrativas, históricamente focadas em resolver problemas situacionais da gestão de coorporações hiper-competitivas. Que conquistaram um nível de gestão que as permitem contratar profissionais de alto nível, preparados para fazer parte deste novo modelo organizacional.</p>
<p>Desta forma, para se atualizar em relação aos problemas relativos a biblioteconomia, gestão de bibliotecas e serviços de informação de acordo com este perfíl liberal e humanista é preciso recorrer a literatura produzida internacionalmente. Existem revistas especializadas em problemas da área, aonde se encontram diversos artigos apenas sobre o problema do Desenvolvimento de Coleções, como sobre O Serviço de Referência e Bibliotecas Digitais.</p>
<p>Mas no Brasil, é muito complicado estabelecer uma comunidade para troca de conhecimentos sobre tópicos assim, considerados inferiores para pesquisa &#8220;científica&#8221;. Porque na cultura pós-moderna, uma boa pesquisa é a que agrega grandes valores morais, ideológicos e éticos. E a pesquisa pragmatica está preocupada com problemas situacionais.</p>
<p>Pois quando penso no perfíl &#8220;liberal e humanista&#8221;, penso em Desenvolvimento Humano. Por isso que o Letramento Informacional (information literacy) é um tema tão interessante. Mas não é suficiente. E são os raros profissionais que estão preparados para lidar com ele. Porque para ensinar a um usuário, o profissional precisa saber avaliar, comparar, desenvolver políticas, etc. Para isso, é preciso uma comunidade que pesquise estes problemas&#8230;</p>
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		<title>Produção Bibliográfica em Biblioteconomia</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jul 2006 19:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão saindo diversos novos livros relacionados a &#8220;Ciência da Informação&#8221;, escrito por profissionais e professores da área, que aproveitam pesquisas bibliográficas para escrever livros temáticos. Estes livros são frutos de alguma reflexão, levantam novas perguntas, novos problemas? Apresentam alguma solução ou crítica original? Quais são os bons livros na área publicados no país? Qual é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Estão saindo diversos novos livros relacionados a &#8220;Ciência da Informação&#8221;, escrito por profissionais e professores da área, que aproveitam pesquisas bibliográficas para escrever livros temáticos. Estes livros são frutos de alguma reflexão, levantam novas perguntas, novos problemas? Apresentam alguma solução ou crítica original? Quais são os bons livros na área publicados no país? Qual é a originalidade?</p>
<p>Poderia dividir as obras publicadas por dois tipos de abordagem. Obras mais abrangentes, inspiradoras, quase literárias-filosóficas, como algumas escritas pelo Edson Nery. E obras que focam problemas específicos como as obras do Lancaster. Mas porque esta modalidade de produção não é muito comum na produção nacional? Um modelo de produção baseado em historicismos, contextos, citações não deveria ser mudado? A tentativa de agregar uma &#8220;científicidade&#8221; a qualquer trabalho produzido na graduação não está simplesmente emburrecendo e confundindo os estudantes?</p>
<p>Não existe boa &#8220;ciência&#8221; sem em primeiro lugar a capacidade de se pensar boas perguntas para as pesquisas &#8220;científicas&#8221;. Ou seja, tempo é investido em pesquisas completamente adequadas e segundos as normas de científicidade, mas pesquisas baseadas em reflexões pueris, e a não formulação de boas perguntas, não tem gerado bons trabalhos &#8211; mas mesmo assim geram o mesmo nível de titulação bem adequado para o concurso público tão almejado.</p>
<p>Para termos um dia uma boa produção &#8220;científica&#8221; em Biblioteconomia e CI, acredito que precisariamos investir na produção de mais material que conduza-nos a uma boa capacidade crítica e reflexiva a priori.</p>
<p>Vejo duas alternativas para produção em Biblioteconomia:</p>
<p>Uma focada em práticas de serviços e gestão, como por exemplo no nível de textos publicados pela <a href="http://www.terraforum.com.br/">TerraFórum Consultoria</a> relacionados a Gestão do Conhecimento. Visitem a Biblioteca. Percebem como são textos claros, que abordam problemas específicos, bem escritos, baseados em situações reais.</p>
<p>Outro modelo baseado em reflexões sobre postura profissional, problemas éticos, problemas técnicos, etc. Como por exemplo a proposta por uma Crítica da Informação, do Jack Andersen. Porque ao escrever sobre um tópico, preferem abraçar o mundo, fazer uma pesquisa bibliográfica &#8211; resgate histórico das citações &#8211; ao invés de após toda a leitura propor uma abordagem, solução ou crítica como mencionei acima. Esta abrangência só tem servido como introdução. E a graduação inteira acaba sendo uma grande introdução sobre tudo relacionado a Biblio e CI, sem o aprofundamento de nada.</p>
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		<title>Poderia a Biblioteconomia chegar a ser Científica?</title>
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		<pubDate>Mon, 15 May 2006 14:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um post bem interessante chamado Status de uma Ciência lá no Blog Bitacora de un Bibliotecário:
&#8220;Escucho que la bibliotecología es una ciencia, y sonrío para mis adentros. No pienso romperle el sueño o la ilusión a nadie, ni pretender que caiga del altar de los científicos. Sin embargo, la bibliotecología es sólo una técnica, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Um post bem interessante chamado <a href="http://bitacoradeunbibliotecario.blogspot.com/2005/02/status-de-ciencia.html">Status de uma Ciência</a> lá no Blog <a href="http://bitacoradeunbibliotecario.blogspot.com">Bitacora de un Bibliotecário</a>:</p>
<p><em>&#8220;Escucho que la bibliotecología es una ciencia, y sonrío para mis adentros. No pienso romperle el sueño o la ilusión a nadie, ni pretender que caiga del altar de los científicos. <strong>Sin embargo, la bibliotecología es sólo una técnica, o quizás un arte, si se realiza con pasión y esmero. </strong>Se encarga de organizar información, de conservarla. No puede explicar plena y &#8220;cientìficamente&#8221; ninguno de los fenómenos que estudia: porqué se publican libros, porqué se prefieren unos formatos a otros, qué razones llevan a los usuarios a actuar de una manera y no de otra. Desconoce incluso cosas básicas como las necesidades reales de sus usuarios. <strong>Y no podrá prever jamás nada, ni elaborar leyes, porque el fenómeno del libro, de la cultura y de la información es uno de los más movedizos, cambiantes, dinámicos e inexplicables que se hayan visto. Algo equivalente a prever sentimientos.</strong>&#8220;</em>.</p>
<p>Acho que não preciso escrever mais nada&#8230;</p>
<p>via: <a href="http://www.espacioblog.com/ranganatha2/post/2006/05/13/apuede-documentacion-llegar-ser-cientifica-">Ranganatha2<br />
</a></p>
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		<title>O Valor em Biblioteconomia</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 13:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Caruso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[fundamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[(reprodução do comentario deixado no blog bibliotecários sem fronteiras &#8211; apagaram o comentário&#8230;)
A Bibloteconomia nacional ainda acredita na palavra &#8220;paradigma&#8221;. Acreditam e investem simplesmente na mudança de nome de Biblioteca para Unidade Informação &#8211; ou seja, para nada substancial. Não é a crença em conceitos que sustentam um campo de pesquisa e atuação (relativismo). Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>(reprodução do comentario deixado no blog <a href="http://biblio.crube.net/?p=924">bibliotecários sem fronteiras</a> &#8211; apagaram o comentário&#8230;)</p>
<p>A Bibloteconomia nacional ainda acredita na palavra &#8220;paradigma&#8221;. Acreditam e investem simplesmente na mudança de nome de Biblioteca para Unidade Informação &#8211; ou seja, para nada substancial. Não é a crença em conceitos que sustentam um campo de pesquisa e atuação (relativismo). Mas a correspondência dos conceitos com a realidade (realismo).</p>
<p>Talvez a pergunta seja &#8211; por que as pessoas precisam de bibliotecas e por que elas podem não precisam mais? Não é simplesmente porque pessoas são formadas para criar e desenvolver bibliotecas, que elas precisem ser criadas para que estas pessoas formadas ocupem espaços.</p>
<p>Minha primeira tentativa é descartando conceitos limitados, como os de biblioteca escolar, universitária, especializada, e etc. E passando a me preocupar em como podem ser desenvolvidos serviços de informação para o desenvolvimento humano, competitividade, pesquisa e inovaçao, preservação, compartilhamento de informações, etc. Ou seja, a mudança é   a criação de produtos e servços de qualidade é sempre baseada em valores &#8211; não em espaços físicos e em crenças profissionais particulares.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Segundo o Marketing, o valor de um produto ou serviço é medido pela expectativa do consumidor quanto aos seus benefícios em relação à quantia real paga pelo produto. Esta quantia real não precisa ser necessáriamente dinheiro. Mas pode ser o tempo que é perdido para se utilizar determinado produto ou serviço.</p>
<p>Se a biblioteconomia &#8211; sem tentar explicar aqui o que a biblioteconomia é &#8211; continuar disassociando o conceito de valor da realidade econômica da sociedade, e continuar  investindo neste conceito aplicado simplesmente na crença de que biblioteca é bom, porque biblioteca e livros são legais&#8230;</p>
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