fundamentos

Mídia Social vs. Gestão do Conhecimento

por Fabiano Caruso em 17 de novembro de 2008

Social Media vs. Knowledge Management: A Generational War é uma excelente análise escrita por Renkatesh G. Rao pesquisador web da Xerox na Social Computing Magazine que faz uma distinção entre a estratégia da Mídia Social e da Gestão Conhecimento das Organizações.

O que lembrou-me de uma reconfiguração estratégica da Gestão do Conhecimento feita por Dave Pollard chamando-a de Gestão do Conhecimento 0.0, para elucidar como ela deveria ter sido em: KM 0.0 — A Pragmatic Approach to Social Networking and Knowledge Management for Business.

Minha percepção é de que uma geração de pesquisadores em Gestão do Conhecimento incorporou em suas práticas as plataformas colaborativas emergentes (blogs, wikis e marcadores sociais). Mas mantiveram sua abordagem focada em gestão de conteúdo e produção de conhecimento – aplicando técnicas tradicionais para gerenciamento da informação – em detrimento das conversações e a criatividade nas organizações.

A aplicação da Mídia Social nas organizações – Empresa 2.0 – dá ênfase nas conversações em seus processos. Incentivando a formação de uma rede social que transcende a estrutura hierárquica tradicional, permitindo que competências em setores distindos da organização atuem de forma colaborativa buscando de forma mais efetiva soluções para os problemas organizacionais.

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Da Biblioteca ao Núcleo de Inteligência Social

por Fabiano Caruso em 17 de maio de 2008

O desenvolvimento de serviços de informação de serviços relacionados a aprendizagem e geração de novos conhecimentos são tradicionalmente de responsabilidade das bibliotecas em instituições de ensino e pesquisa. Mas atualmente, graças às novas tecnologias e conceitos, baseados em redes sociais, inovação aberta, colaboração, aprendizagem em rede, e o perfíl de uma nova geração de estudantes e profissionais, foi preciso repensar o modelo tradicional das bibliotecas. A estratégia de bibliotecas como redes participativas (Biblioteca 2.0) foi uma forma de aproximar aproximar as bibliotecas consolidadas com as demandas emergentes de serviços baseados em tecnologias colaborativas.

Mas para instituições que não possuem bibliotecas, ou quando é inviável que a biblioteca incorpore um novo modelo estratégico, foi preciso repensar o papel das bibliotecas (unidades de informação) e o perfíl dos profissionais envolvidos. Alguns problemas também foram fundamentais para consolidação da nova estratégia:

Gestão Informacional: a representação orientada apenas para a relação informação/documentação x geração de novos conhecimentos.

Gestão de TI: desalinhamento da da gestão com o desenvolvimento de novos serviços para bibliotecas – as bibliotecas costumam limitar seus serviços a mentalidade automação e criação de repositórios digitais.

Profissionais: a postura tradicional de profissionais da informação que crêem em mediação da informação, adotando um modelo de cima para baixo no desenvolvimento de serviços.

O planejamento estratégico do tipo de práticas adotadas por este novo modelo é o seguinte:

O Núcleo de inteligência social

O núcleo de inteligência social deverá se capaz de prover serviços de informação e prestar assessoria informacional com a finalidade de estimular uma cultura de aprendizagem colaborativa de inovação, para tanto:

Serviços de Informação

- Identificar demandas e necessidades de informação

- Mapear e reconhecer fluxos informais de informação

- Desenvolver serviços de informação

- Avaliar os serviços de informação através do feedback da comunidade

Aprendizagem Colaborativa

- Oferecer treinamentos, oficinas e cursos relativos para desenvolver habilidades informacionais

- Incentivar a utilização das tecnologias colaborativas para comunicação corporativa

- Estimular a auto-gestão e colaboração informacional

- Apresentar soluções para o gerenciamento de informações pessoais

- Orientar quanto ao uso de agregadores de conteúdo para acompanhamento de atualizações de sites através do RSS.

Gestão de Tecnologias Colaborativas

- prover infra-estrutura de tecnologia de informação

- implementar tecnologias colaborativas (blogs e wikis) como ferramentas para suporte a comunicação corporativa

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Eles sabem o que está acontecendo?

outubro 31, 2006

Há três tipos de pessoas: pessoas que fazem as coisas acontecerem, pessoas que assistem as coisas acontecerem e pessoas que se perguntam o que aconteceu. A minha impressão quando vejo alguns trabalhos apresentados em eventos, comentários de alunos, e o tipo de serviços desenvolvidos é que a representação que os Bibliotecários tem sobre os serviços [...]

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Seria o serviço de referência em saúde um mito?

outubro 17, 2006

Acabei de ler o artigo “Na medicina, as evidências podem ser confusas“. Em uma versão traduzida para assinantes no Mídia Global. Hoje, no entanto, são publicados cerca de 82 ensaios controlados randômicos por dia na literatura médica, diz Paul Keckley, diretor executivo do Centro Vanderbilt de Medicina com Base em Evidências, em Nashville. O residente [...]

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Conceitos emergentes da cultura digital

outubro 6, 2006

Estes são alguns dos temas que venho explorando com empolgação: Biblioteconomia library 2.0, librarian 2.0, metadata, folksonomy, mashup, tagging, social software, rss, open access, wirearchy Educação personal learning environments (ple), informal learning, connectivism, information literacy, concept-mapping, personal information management (pim) Negócios enterprise 2.0, office 2.0, corporate blogging, intranet, innovation Outros life hacks, get things done [...]

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Um Retrocesso Conceitual

setembro 4, 2006

Unidade de Informação é um conceito menor em comparação ao conceito de Biblioteca. E tentar desassociar a formação profissional do termo Biblioteca e Biblioteconomia, em pró a uma pretença unidade de informação, significa rejeitar o potencial das bibliotecas, e iludir-se com o papel dos profissionais da informação na gestão de tais unidades de informação. Nos [...]

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A Biblioteconomia no Brasil acabou (1)

julho 20, 2006

“Cumpre ao profissional de Biblioteconomia: preservar o cunho liberal e humanista de sua profissão, fundamentado na liberdade da investigação científica e na dignidade da pessoa humana.” O que significa este compromisso citado pelos alunos em sua formatura e qual é a relação deste compromisso de atuação com a pesquisa praticada atualmente pela área são algumas [...]

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Produção Bibliográfica em Biblioteconomia

julho 3, 2006

Estão saindo diversos novos livros relacionados a “Ciência da Informação”, escrito por profissionais e professores da área, que aproveitam pesquisas bibliográficas para escrever livros temáticos. Estes livros são frutos de alguma reflexão, levantam novas perguntas, novos problemas? Apresentam alguma solução ou crítica original? Quais são os bons livros na área publicados no país? Qual é [...]

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Poderia a Biblioteconomia chegar a ser Científica?

maio 15, 2006

Um post bem interessante chamado Status de uma Ciência lá no Blog Bitacora de un Bibliotecário: “Escucho que la bibliotecología es una ciencia, y sonrío para mis adentros. No pienso romperle el sueño o la ilusión a nadie, ni pretender que caiga del altar de los científicos. Sin embargo, la bibliotecología es sólo una técnica, [...]

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O Valor em Biblioteconomia

fevereiro 16, 2006

(reprodução do comentario deixado no blog bibliotecários sem fronteiras – apagaram o comentário…) A Bibloteconomia nacional ainda acredita na palavra “paradigma”. Acreditam e investem simplesmente na mudança de nome de Biblioteca para Unidade Informação – ou seja, para nada substancial. Não é a crença em conceitos que sustentam um campo de pesquisa e atuação (relativismo). [...]

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