Planejamento dos Cursos de Inteligência Social

por Fabiano Caruso em abril 17, 2008

Estou organizando meu material e replanejando os meus cursos. A primeira orientação divide o programa dos cursos em três linhas: estratégia, competências e colaboração.

Em estratégia, apresento os conceitos emergentes, melhores práticas, riscos, desafios e oportunidades relacionados a cultura emergente. Em competências, o foco é o indivíduo e a relação dele com o uso de tecnologias que contribuam para a aprendizagem contínua ao longo da vida e ao desenvolvimento de diversas atividades em ambientes de trabalho e/ou pesquisa. Em colaboração, a abordagem é quanto ao uso de tecnologias colaborativas para as atividades de trabalho e pesquisa em grupos, comunidades e redes sociais.

A segunda orientação, é focada no treinamento baseado em um perfíl de participantes.

Por exemplo, para um grupo específico de profissionais como o de Bibliotecários, estou criando o Biblioteca 2.0 : Redes Participativas e Serviços de Informação, que alinham todos estes três conceitos, com a preocupação no desenvolvimento de competências que possam contribuir com as suas atividades, e apresentar uma mentalidade focada na criação de serviços de informação inovadores utilizando-se dos conceitos emergentes.

Um outro exemplo de curso seria um programa aberto, focado na Informação 2.0 e a Literacia Digital, em que os três conceitos são alinhados específicamente no desenvolvimento de competências, para estudantes e profissionais que precisam lidar cotianamente com um constante fluxo de informações, tanto para melhoria na produtividade, tanto quanto na aprendizagem contínua.

Uma terceira orientação, preocupa-se com o perfíl organizacional que se deseja implementar as coluções.

Por exemplo, um curso de Associações 2.0 sobre como uma organização sem fins lucrativos, pode utilizar-se dos conceitos e tecnologias emergentes, para melhorar a comunicação entre os seus colaboradores e a sua comunidade de contribuidores.

Uma outra abordagem estaria orientada para o problema das organizações, chamado de Empresa 2.0, sobre como permitir a introdução destes novos conceitos, definir a infra-estrutura, planejar, treinar os colaboradores, e preparar um modelo de gestão de tecnologias colaborativas.

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Carlos Magno 06.05.08 at 10:48 am

Olá Caruso, gostaria de trabalhar num projeto seu dentro do(a) extralibris 2.0. Todas as linhas são interessantes, tanto a empresa 2.0 como a biblioteca e mesmo a informação, Estou cadastrado mas ainda não sei a qual me apresentar

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