Pessoas, não usuários

by Fabiano Caruso on janeiro 14, 2009

Lembro-me de uma discussão sobre o uso de terminologias como: usuários, clientes e leitores. Geralmente para pesquisas sobre demandas de informação.

Nunca gostei de nenhum dos três e sempre preferí o termo: pessoas. Então que deparei-me com a mesma discussão em outro lugar: People are people; users aren’t what they used to be

“Pessoas, por outro lado possuem nomes. Pessoas compartilham idéias e informação. Pessoas formam comunidades. Pessoas, são a espinha dorsal da organização e suas idéias, especialmente em uma economia instável, são eles que irão construir ou quebrar a sua empresa. Pessoas, não empregados e certamente não usuários.”

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Katyusha Souza janeiro 20, 2009 às 2:03 pm

Essa realmente é uma boa discussão. E deve, acredito eu, ter por fundamento a valorização do objetivo do projeto, ou melhor, para quem determinado projeto está sendo desenvolvido.
Vai além do uso das terminologias usuário, pessoa, cliente. Vai para a função ou uso que se pretende dar para determinados projetos.
O usuário, ou pessoa a quem se destina, o projeto deve ser foco principal do planejamento, desenvolvimento e manutenção desse projeto.

Rodrigo fevereiro 11, 2009 às 8:56 am

É uma boa discussão sim, Caruso.
Houve um período, quando eu fazia minha gaduação aqui na ufpe, que a gente tava batendo em algumas teclas nesse sentido. Começou quando um colega levantou:

“Não se deve chamar os clientes de usuários. Usuários é de drogas.”

Muito radicalismo, mas foi uma boa inquietação, que despertou isso em algumas pessoas.

Cliente também não é um termo muito adequado, principalmente quando se trata realmente de uma biblioteca.

Vamos ver. Vou acompanhar isso tudo e ver qual nome eu adoto, ou fico chamando “meus usuários” de drogados mesmo. ;)

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