O livro é a tecnologia quintessencial da modernidade; um meio de transporte através do espaço da experiência, à velocidade de um virar de página; como o poeta Joseph Brodsky colocou. Mas agora que movimento de virar de páginas concorre com a cintilação do ecrã de pixels, temos de considerar a possibilidade de que o livro pode não estar entre nós por muito mais tempo. Se optarmos por este para substituir o livro, o que será da leitura e da cultura que é fomentada pela impressão? E o que é que isso nos tem a dizer sobre nós mesmos, que podemos aposentar em breve a mais notável tecnologia de quinhentos anos de existência?
Vale a leitura completa: People of the Screen – Christine Rosen.
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Caruso, cuidado com as previsões. O livro é um Cisne Negro.