Social Software

Diigo – uma solução completa para anotações sociais

Descobrí que o Diigo implementou um conjunto de funcionalidades que o torna a aplicação de social bookmarks mais completa disponível. É possível: criar grupos de interesse para o compartilhamento de hiperlinks, acessar de forma distinta hiperlinks e bookmarks, armazenar trechos de artigos e criar notas sobre artigos, criar grupos temáticos para troca de hiperlinks baseados em tópicos em comum, ou criar ambientes para compartilhamento entre comunidades de pesquisa.

Também é possível migrar todo o conteúdo salvo em outras plataformas, como o del.icio.us. E através de sua barra de ferramentas, é possível publicar no del.icio.us e em outras plataformas de social boorkmars a escolha.

Perspectivas para o software open source

O The MIT Press publicou e disponibilizou para acesso integral o livro: “Perspectives on Free and Open Source Software“.A publicação reune ensáios de autores proeminentes sobre o tema, como Larry Lassing, Eric Von Hippel, Tim O´Reilly, David Parnas e outros. E existem diversos artigos relevantes sobre inovação, cultura colaborativa e estrutura das comunidades.

O livro pode ser baixado na íntegra no formato .pdf através deste link.

O poder da customização dos blogs

Fico impressionado como hoje é possível através de ferramentas simples e gratuítas desenvolver serviços de informação de qualidade. Para a ExtraLibris fiz uma customização para que o MovableType pudesse funcionar como uma plataforma para o gerenciamento automático de múltiplas publicações, que depois seriam acessíveis através de uma página principal. Ou seja, plataformas de blogs funcionando para o gerenciamento de Periódicos Eletrônicos.

Mas ontem implementei um pacote de templates para o movabletype que está disponível na licença de creative commons, em que a plataforma é utilizada para o gerenciamento de um Álbuns Fotográficos Digitais. Como a página que criei é disponível apenas através da Intranet, através deste link é possível ver um exemplo de como ela ficou – sendo que eu traduzí todo o pacote para o português e vou iniciar a tradução das figuras dos botões.

Existiam mais de mil fotografias armazenadas no arquivo da instituição que foram digitalizados e organizados. Mas agora podem ser publicados e divulgados em uma página acessível para todos os colaboradores da instituição. Desta forma pode-se resgatar a memória da instituição através de fotografias. Possibilitando também a participação dos colaboradores e daqueles que construiram a história da instituição através de comentários e de sugestão de fotografias do acervo para publicação.

Com um pouco de conhecimento e pesquisa em fontes de informações correntes relevantes é possível de forma simples e prática desenvolver soluções criativas e de baixo custo para diversos problemas relacionados ao acesso a informação hoje em dia.

Censura Política e Acesso a Informação

O Psiphon é um software de direitos humanos, criado para permitir que pessoas que queiram navegar em sites na internet que são bloqueados por políticas de censura impostas por seus governos possam acessá-los tranquilamente.

Existe um demo explicativo de como funciona este aplicativo neste link.

Muito útil caso você por algum motivo especial esteja visitando países super interessantes como Cuba, China e Irã.

Leitura de Documentos Digitais

A Adobe está lançando um software que permite uma melhor leitura de documentos digitais – como artigos e livros em .pdf. Chama-se Adobe Digital Editions e pode ser instalado automáticamente através deste link.

Para exemplos de como funciona o aplicativo a matéria do Read Write Web, possui diversas imagens das funcionalidades.

É um aplicativo bem mais leve e funcional do que o tradicional adobe acrobat reader.

[via]

Wiki Pessoal – Biblioteca 2.0

Criei um Wiki para que possar organizar de forma estruturada algumas das informações utéis para consulta, em meu trabalho de consultoria em serviços de informações digitais.

A vantagem de utilizar um Wiki é que tenho mais liberdade para agregar diversos tipos de conteúdo em um único ambiente. Desde listas de referências, tabelas para consulta, especificações técnicas para os blogs, modelos de layout, etc.

Esta é a última etapa do meu processo de migração de informações armazenadas em arquivos no meu computador, para utilização de plataformas para criação, gerenciamento e compartilhamento de informações e documentos online. Assim já é possível desinstalar o software office do meu computador de casa e do trabalho.

Wikimapia

Meu local de trabalho de segunda a sexta-feira:

(logo alí ao lado a esquerda no Centro de Cultura e Eventos será a minha cerimônia de formatura no dia 16 de setembro).

Dormir, comer, beber, etc:

O Fim das Bibliotecas Públicas

Não é só a Biblioteconomia que passa por um processo de interrogação. O Jornalismo também… Por exemplo, este estudo aqui: Liquid and Zombie Journalism.

Em relação às políticas públicas para a Biblioteconomia, lembrei-me de um livro chamado “A Curiosa Iluminação do Professor Caritat”. Em que é feita uma simulação de mundos, apartir de governos baseados em diferentes correntes de filosofia política: Utilitarismo, Comunismo, Relativismo Cultura, Anarco-Capitalismo, etc.

No último sistema – em que tudo estava sendo vendido – e por exemplo os hospitais eram todas particulares. Ao mesmo tempo que grupos de direitos dos animais estavam prendendo pessoas nas ruas acusadas de mal tratos – por utilizarem roupas de pele de animais – tirando estas roupas de indigentes que passavam frio nas ruas.

E nesta parte do processo de privatização, o viajante começa a se questionar sobre a última coisa da cidade que sobrou para ser privatizada: A Biblioteca Pública. E o estava sendo…

Até que ponto não é mais eficiente para uma sociedade que alcançou um nível maior de facilidade para acesso e distribuição do conhecimento o processo de privatização?

Quando o conceito de biblioteca pública foi criado, estava se pensando em uma massa populacional carente de livros – o principal objeto cultural da civilização – como forma de democratização. No entanto, com o surgimento da TV, Rádio, etc. Parece que foi a primeira facada que a Biblioteca levou neste processo. Talvez a punhalada final, tenha sido com o surgimento da Internet.

Como podemos pensar as Bibliotecas Públicas agora?

Softwares Sociais de Referência

O Squidoo e o Zimbio são softwares sociais para a criação de guias públicos de informação.

Mais exemplos da proliferação aplicações online para a criação de comunidades para distribuição e geração de conhecimento – em um nível sequer imaginado nacionalmente. O Overmundo é um dos poucos exemplos que posso citar de portais colaborativos para criação e compartilhamento de conteúdo. No entanto sua ênfase é a publicação de cunho jornalístico cultural, divulgação de eventos culturais, etc.

A Biblioteconomia nacional parece ignorar que exista uma cultura de informação fora da universidade. Pois os trabalhos em sua maioria se preocupam com uma tal “comunidade científica”, ou seja, se paramos para pensar os Bibliotecários estão sendo preparados para desenvolver serviços deste tipo para 1% da população nacional.