Archive for the ‘Estratégia’ Category

Mídia Social vs. Gestão do Conhecimento

novembro 17th, 2008

Social Media vs. Knowledge Management: A Generational War é uma excelente análise escrita por Renkatesh G. Rao, pesquisador web da Xerox na Social Computing Magazine, que faz uma distinção entre a estratégia da Mídia Social e a da Gestão do Conecimento nas organizações.

O que lembrou-me de uma reconfiguração estratégica da Gestão do Conhecimento feita por Dave Pollard chamando-a de Gestão do Conhecimento 0.0, para elucidar como ela deveria ter sido em: KM 0.0 — A Pragmatic Approach to Social Networking and Knowledge Management for Business.

Minha percepção é de que uma geração de pesquisadores em Gestão do Conhecimento incorporou em suas práticas as plataformas colaborativas emergentes (blogs, wikis e marcadores sociais). Mas mantiveram sua abordagem focada em gestão de conteúdo e produção de conhecimento - aplicando técnicas tradicionais para gerenciamento da informação - em detrimento das conversações e a criatividade nas organizações.

A aplicação da Mídia Social nas organizações - Empresa 2.0 - dá ênfase nas conversações em seus processos. Incentivando a formação de uma rede social que transcende a estrutura hierárquica tradicional, permitindo que competências em setores distindos da organização atuem de forma colaborativa buscando de forma mais efetiva soluções para os problemas organizacionais.

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A arte do começo

junho 11th, 2008

Descobrí a versão legendada em português da palestra “The Art of Start” do Guy Kawasaki, feita pelo pessoal do Laboratório de Empreendedorismo do SOFTEX Salvador:

http://video.google.com/videoplay?docid=8206486082210767228

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Groundswell - Estratégia em Tecnologias Sociais

maio 8th, 2008

Acabei de comprar através da Amazon o livro: Groundswell - winning in a world transformed by social technologies, escrito por Charlene Li e Josh Bernoff. Devo recebê-lo no próximo mês.

Tenho trabalhado no momento específicamente com o uso das tecnologias colaborativas e inteligência social dentro das organizações. Mas não cheguei a mediar o uso de tais ferramentas como estratégia de marketing com o público externo. Este livro é escrito com diversos estudos de caso, que podem trazer alguns bons insights.

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Ciência 2.0 - é a ciência de acesso aberto o futuro?

abril 25th, 2008

A Ciência 2.0 refere-se geralmente a novas práticas de cientistas que publicam resultados experimentais, teorias nascentes, reinvindicações de descobertas e projetos documentais na Web para que outras pessoas possam ver e comentar.

Defensores dizem que estas práticas de “livre acesso” tornam o progresso científico mais colaborativo e, portanto, mais produtivo.

Críticos dizem que os cientístas que colocam resultados preliminates online correm o risco de que outros copiem e exporem os seus trabalhos para ganhar crédito ou mesmo registrar patentes.

Apesar dos prós e contras, os sites de Ciência 2.0 começam a proliferar. Um exemplo notável é o projeto OpenWetWare iniciado por  engenheiros biológicos da Massachusetts Institute of Technology.

Artigo completo na Scientific American: Science 2.0 - Is Open Access Science the Future?

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Planejamento dos Cursos de Inteligência Social

abril 17th, 2008

Estou organizando meu material e replanejando os meus cursos. A primeira orientação divide o programa dos cursos em três linhas: estratégia, competências e colaboração.

Em estratégia, apresento os conceitos emergentes, melhores práticas, riscos, desafios e oportunidades relacionados a cultura emergente. Em competências, o foco é o indivíduo e a relação dele com o uso de tecnologias que contribuam para a aprendizagem contínua ao longo da vida e ao desenvolvimento de diversas atividades em ambientes de trabalho e/ou pesquisa. Em colaboração, a abordagem é quanto ao uso de tecnologias colaborativas para as atividades de trabalho e pesquisa em grupos, comunidades e redes sociais.

A segunda orientação, é focada no treinamento baseado em um perfíl de participantes.

Por exemplo, para um grupo específico de profissionais como o de Bibliotecários, estou criando o Biblioteca 2.0 : Redes Participativas e Serviços de Informação, que alinham todos estes três conceitos, com a preocupação no desenvolvimento de competências que possam contribuir com as suas atividades, e apresentar uma mentalidade focada na criação de serviços de informação inovadores utilizando-se dos conceitos emergentes.

Um outro exemplo de curso seria um programa aberto, focado na Informação 2.0 e a Literacia Digital, em que os três conceitos são alinhados específicamente no desenvolvimento de competências, para estudantes e profissionais que precisam lidar cotianamente com um constante fluxo de informações, tanto para melhoria na produtividade, tanto quanto na aprendizagem contínua.

Uma terceira orientação, preocupa-se com o perfíl organizacional que se deseja implementar as coluções.

Por exemplo, um curso de Associações 2.0 sobre como uma organização sem fins lucrativos, pode utilizar-se dos conceitos e tecnologias emergentes, para melhorar a comunicação entre os seus colaboradores e a sua comunidade de contribuidores.

Uma outra abordagem estaria orientada para o problema das organizações, chamado de Empresa 2.0, sobre como permitir a introdução destes novos conceitos, definir a infra-estrutura, planejar, treinar os colaboradores, e preparar um modelo de gestão de tecnologias colaborativas.

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A nação da inovação

abril 16th, 2008

O ‘Innovation Nation’ (Março de 2008) é um White Paper do departamento de Innovação, Universidades & Habilidades, do governo Britânico para criar uma Nação Inovadora que oferaça desafios para os negócios, serviços públicos, organizações do terceiro setor, bairros e cidades, universidades e escolas.

A mensagem deste whitepaper é que a inovação será a chave para alguns dos maiogres desafios que a sociedade precisa encarar, como o aquecimento global e o desenvolvimento sustentável. O governo pode estimular a inovação, mas apenas as pessoas podem criar uma Nação Inovadora.

Innovation is increasingly an international endeavour. Businesses are internationalising their R&D, supply chains and customer bases and adopting “open innovation” models. Like the ideas that they create and use, the people who drive innovation are also increasingly mobile, as is the finance that support innovators.

via: Smart Mobs.

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Co-Criação

fevereiro 8th, 2008

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