Ontem ministrei uma oficina de quatro horas de duração com o objetivo de apresentar conceitos, práticas e reflexões inspiradas em conceitos emergentes com o objetivo de estimular aos participantes uma cultura de aprendizado informal e colaborativo. Como tratava-se de um grupo composto principalmente de estudantes de graduação em biblioteconomia, procurei fazer ligações entre os conceitos e as oportunidades, riscos e desafios para o desenvolvimento de serviços de informação de qualidade.

Dividí a apresentação em duas partes. A primeira sobre Fluência Informacional Digital e a segunda sobre Redes Participativas. Para poder fazer uma relação entre o processo de aprendizado informal e as redes participativas procurei fazer um comparativo com abordagens top down e botton up e a cultura relacionada ao acesso e compartilhamento de informações.

Para cada participante entreguei um mapa conceitual impresso: Fluência Informacional Digital. Os slides da minha apresentação também estão disponíveis para download: Biblioteconomia Séc. XXI.

Como procuro defender um modelo de auto gestão do conhecimento pessoal, geralmente minhas apresentações não possuem textos, apenas imagens e palavras-chave para que as pessoas possam por conta própria explorar os assuntos apresentados em sua interação digital.

Também disponibilizei nesta página o Glossário da Interação Digital escrito por Nancy White com a tradução feita pela Isadora Garrido como um pedido meu para que pudesse ser uma fonte de referência para os participantes das oficinas.

Gostaria de aproveitar e agradecer o carinho e paciência dos participantes da oficina que acompanharam-me durante estas quatro horas de apresentação. Espero ter plantado uma semente para podermos continuar a nossa conversação e nos encontrarmos digitalmente.