Recentemente descobrí o conceito de Personas, para se fazer pesquisas de usuários qualitativas, como suporte ao desenvolvimento de produtos e serviços – em algum momento no futuro escreverei mais detalhes sobre.
Hoje encontrei esta passagem que ilustra bem o que pude perceber estudando um pouco sobre gestão de serviços de informação para bibliotecas:
“The way I see it, what makes a library special is its ability to know and customize its services to a specific user population, whether that population is a community, university, company, hospital or law firm. Therefore, all libraries are special libraries.” (via)
Vai bem de encontro ao que estava pensando em relação a deficiência que é pensar em bibliotecas em termos de tipos de bibliotecas (escolar, universitária, etc.). Porque este pensamento cria uma representação automática sobre a função da biblioteca baseada em conceitos pré-determinados e muitas vezes limitantes – ao invés de ampliar as possibilidades para a customização dos serviços baseados nos perfís de pessoas (Personas) que utilizam os serviços da biblioteca.