“Que os cientistas estejam se reaproximando das humanidades e das artes – depois de um período em que passaram fechados nas academias e laboratórios acreditando numa produção pura e perfeita que resolvesse o enigma do universo e da vida com uma única fórmula – é obviamente um estímulo para que também os humanistas e artistas avancem nos territórios científicos, aprendendo e debatendo com eles. Já acabou o tempo em que um sociólogo, um psicólogo ou um crítico cultural podia ignorar esses livros que divulgam e desvendam campos novos do conhecimento. Uma biografia como a de Newton por Gleick não é apenas um relato da vida de alguém famoso e “ultrapassado”; é toda uma aula sobre a fundação do pensamento moderno, da sensibilidade contemporânea.“. Daniel Piza
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